Fundação Telefônica

Fundação Telefônica

Histórico de Projetos

Gera Renda

O Programa Gera Renda foi criado pela Fundação Telefônica no final de 2001 com o objetivo de apoiar iniciativas já existentes que promovessem a geração de renda para mulheres chefes de famílias com filhos menores de 18 anos.


O apoio englobava desde a capacitação técnica das mulheres, ajudando-as no desenvolvimento de produtos que elas pudessem vir a confeccionar, até o apoio à comercialização desses produtos e capacitação em técnicas de gestão e cooperativismo.


Três projetos foram apoiados, com resultados muito positivos: a Cooperativa de Mulheres Costureiras do Parque São Bartolomeu, na periferia de Salvador; o Projeto Saúde Criança Renascer, do Rio de Janeiro; e a Associação Mundaréu, de São Paulo.

Prêmios Ibero-Americanos

Com o objetivo de premiar trabalhos jornalísticos referentes à situação da infância e a defesa e promoção de seus direitos no âmbito geográfico ibero-americano, a Fundação Telefônica, em parceria com o Unicef, Andi e Agência EFE, apoiou a III edição dos Prêmios Ibero-Americanos de Comunicação pelos Direitos da Infância e da Adolescência, realizada entre 2002 e 2003.


As categorias foram divididas em grande prêmio, imprensa, rádio, televisão, trabalho gráfico e comunicação dirigida ao público infanto-juvenil.


O objetivo era reconhecer e impulsionar o trabalho de jornalistas e comunicadores sociais que promovessem o respeito aos direitos da criança e do adolescente; estimular a pesquisa jornalística em favor da infância; e ajudar os meios de comunicação a dedicar mais atenção a assuntos ligados ao universo infanto-juvenil.

Fome Zero

Com o objetivo geral de mobilizar a sociedade civil para a participação no Programa “Fome Zero” do governo federal, o site www.fomezero.org.br foi desenvolvido e hospedado em parceria com o portal Terra, com idealização e orientação do Instituto Ethos. O site é gerido pela Associação Apoio Fome Zero.


Com informações, notícias, eventos e clipping sobre o programa, banco de práticas de responsabilidade social das empresas, cadastro para newsletter e publicações on-line, o site disponibiliza, a partir de uma pesquisa realizada pelo Instituto Polis, informações sobre a situação sócio-econômica dos cerca de mil municípios priorizados pelo Programa “Fome Zero”, além de várias iniciativas locais, identificando entidades que atuam no Semi-Árido e que podem ser parceiras na implementação de programas e de ações empresariais.

Futuro

As Fundações Telefônica de sete países - Brasil, Argentina, Chile, Espanha, Marrocos, México e Peru - lançaram o Projeto FuTuRo no final de 2004, um presente de Natal da unidade da Telefônica na Espanha, que destinou a verba que gastaria com seus brindes de final de ano para ser utilizada em ações sociais. Trata-se de um programa educativo sobre saúde e hábitos saudáveis para adolescentes em situação de risco, com idade entre 11 e 16 anos, de 14 instituições sociais (duas em cada país).


No Brasil, as instituições beneficiadas foram a Sociedade Santos Mártires, do Jardim Ângela, na capital, e o Projeto Camará, de São Vicente, litoral de São Paulo. As duas instituições são reconhecidas pelos projetos de promoção dos direitos de jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade pessoal e social. O projeto usou as novas tecnologias como instrumentos geradores de conhecimento, de intercâmbio e de inclusão digital. As sedes dessas instituições foram equipadas previamente com uma estrutura de dez computadores, impressoras e acesso à Internet via banda larga.

Laboratório Didático Virtual

O Laboratório Virtual foi um projeto de aplicação das tecnologias de informação para o ensino de física a alunos do ensino médio. A Fundação apoiou este projeto, em escala piloto, na perspectiva de estimular o surgimento de formas inovadoras de aplicação das tecnologias à educação.


Resultado de uma parceria entre a Escola do Futuro, da USP (Universidade de São Paulo), a Secretaria de Estado da Educação, a associação Vitae e a Fundação Telefônica, o Labvirt (Laboratório Didático Virtual de Física) utilizava o conceito de "pedagogia de projetos", segundo o qual alunos de escolas públicas utilizam computadores como ferramentas para o desenvolvimento de simulações interativas de problemas de física, chamados de Applets, e sua disponibilização na Internet para o auxílio do aprendizado de física.

CDI

A parceria com o CDI (Comitê para a Democratização da Informática) já viabilizou a criação e manutenção de 46 novas Escolas de Informática e Cidadania (EICs) nos Estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Rede Saci

A Fundação Telefônica apoiou a Rede Saci, dentro de sua estratégia de estimular iniciativas inovadoras de inclusão social, através da aplicação das tecnologias de comunicação e informação. Isto porque o portal www.saci.org.br inova o uso das tecnologias para pessoas portadoras de deficiência, testando ferramentas que promovam a acessibilidade virtual, possibilitando a comunicação e a troca de informações via Internet para o público portador de deficiência.


A Vitae, Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social, era parceira da Fundação Telefônica no financiamento e apoio a este projeto (www.vitae.org.br).

AACD

A Fundação Telefônica contribuiu com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), por meio do Teleton, para captação de recurso visando reabilitar e incluir socialmente crianças, adolescentes e adultos portadores de deficiência física.


Através do Teleton, a AACD implantou Centros de Reabilitação em Porto Alegre, Recife, Osasco. Com uma doação de R$ 2,8 milhões, o Grupo Telefônica no Brasil foi o maior contribuinte para a construção do novo centro de reabilitação da AACD em Porto Alegre (RS), inaugurado no dia 10 de agosto de 2000.

Manuais de Conduta para o PSF

A Fundação Telefônica apoiou a iniciativa do IDS - Instituto de Desenvolvimento da Saúde de elaborar os Manuais de Condutas Médicas e de Enfermagem, para apoio das equipes do Programa Saúde da Família (PSF), como iniciativa de disseminação de informação com alto potencial de impacto social.


O objetivo do projeto era uniformizar as práticas de atendimento, bom como propiciar maior rapidez na atualização e aprimoramento do conteúdo.


A apresentação, na forma de manuais, vídeos e páginas de Internet, possibilitou democratizar o acesso às informações para todos os interesses e necessidades de cada equipe.


O conteúdo foi especialmente elaborado para atender às equipes médicas, de enfermeiros e agentes comunitários de saúde, com perfis profissionais e regionais totalmente diferentes uns dos outros, preenchendo uma lacuna verificada pelo Ministério da Saúde na formação desses grupos.