Fundação Telefônica

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Histórias da Gente

  • Nome: Elza Vasquez La Farina Cabrera
  • Cidade: São Paulo
  • País: Brasil
  • Idade: 55 anos
  • Título da história:São Vicente, 1950 e bolinha................

Sabe aqueles telefones grandes, de madeira, com uma manivela do lado, com o bocal separado do fone, que ficavam pendurados na parede? Pois é .......... lá nos idos dos anos de 1950 era um desses que ficava no hall da casa da Dª Maria La Farina Milani, conhecida como Tia Mariquinha. A família toda, digo toda mesmo, sobrinhos e sobrinhas, sobrinhos netos, cunhados e irmãos, passava as férias de verão nessa casa. Era um casarão enorme, de frente para a praia, tinha pé de carambola, ameixeira, galinheiro e mais um montão de coisas.

Quando a campainha estridente daquele telefone tocava era um atropelo só, era criança descendo de árvore, assustando galinha, correndo pelo quintal. Não havia uma que não quisesse atender, pegar e subir no banquinho (ninguém alcançava o dito), pegar o receptor e colocar no ouvido, esticar o pescoço para colar a boca no fone e dizer "alô!" e depois, como prêmio de ter conseguido passar na frente das outras crianças, tomar uma bronca da mãe pelo perigo de subir e descer do banquinho.

Era uma época bem diferente da de hoje, onde o telefone vive no nosso bolso ou bolsa, mas que pelo jeito, traz muita saudade e recordação.

  • Nome: Iracema Mendes
  • Cidade: Rio de Janeiro
  • País: Brasil
  • Idade: 54 anos
  • Título da história:Telefone Antigo

Fiquei com um telefone antigo dos pretos, que era da minha madrinha e gostaria de tentar obter uma copia daquele selo, redondo, de fundo branco com um sino azul e escrito "companhia telefonica brasileira" em volta?

Teria como enviarem para mim de modo que possa colocar o fone tal qual minha memória fotografou-o ?

Desde ja agradeço.

Também tenho uma tia que trabalhou na telefonica muitos anos e lembro que em 1960 ela já deveri a trabalhar lá. Se tiverem algo que eu possa mostrar a ela, ela ficaria muito feliz. Fomos muitas vezes passar férias na colonia de ferias de ctb que ficava em francisco fragoso a poucos kilometros de miguel pereira, e no início ainda íamos de maria fumaça ... Bons temos aqueles.

  • Nome: Jessica Elana Albuquerque
  • Cidade: São Paulo
  • País: Brasil
  • Idade: 11 anos
  • Título da história:Os Telefones Antigos

Olá pessoal eu gostaria de comentar com vocês um assunto que eu acho bem legal sobre os telefones. Meu avô tem um telefone antigo... O telefone é muito estranho e pesado, ele nem pega mesmo. Então eu e minhas primas pegamos ele para brincar de secretária. É muito legal, e é só isso.

  • Nome: Hamilton Sidney Alves
  • Cidade: São José dos Campos
  • País: Brasil
  • Idade: 36 anos
  • Título da história:Trancado, mas nem tanto

Eu venho de uma família de 10 irmãos e o telefone chegou cedo na minha casa, comprado pelo meu irmão mais velho. E ja naquela época não eram todas as casas que tinham um telefone, e às vezes ele ficava ali parado sem ser usado, mas com o passar do tempo, começamos a usar o telefone com mais frequencia.

Foi então que meu pai resolveu colocar um cadeado no disco do telefone para que só recebessemos ligações, não podendo fazer, mas foi aí que eu e meu outro irmão descobrimos que era posivel fazer ligações pelo gancho, como se fosse um telegrafo. Até hoje ninguem soube dessa descoberta, na epoca eu não entendia nada, era entranho como as batidas ali no gancho com às vezes repetindo os numeros desejados faziam a ligação.

  • Nome: Lúcia Helena De Miranda Gomes
  • Cidade: Florianópolis
  • País: Brasil
  • Idade: 56 anos
  • Título da história:Central Telefônica pra falar com o namorado

Era o ano de 1970, eu não tinha telefone em casa e meu namorado, hoje marido, estudava em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Quando queríamos nos comunicar por telefone,tínhamos que ir a uma central telefônica e solicitar uma ligação pela qual aguardávamos algum tempo e contávamos os minutos, falando o que mais interessava porque era muito caro.

Conclusão: falávamos em datas especiais: aniversários, feriados e quando a saudade apertava.

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